Indicação de Marquinhos Trad solicita melhorias na Rua Domingos Jorge Velho, no Vilas Boas
Indicação encaminhada ao GAPRE e à SISEP exige tapa-buraco e possível recapeamento na Rua Domingos Jorge Velho, no Vilas Boas
Assessoria de Imprensa Em uma cidade onde o contribuinte paga caro e cobra o mínimo — ruas trafegáveis —, o básico ainda precisa ser lembrado ao poder público. O vereador Marquinhos Trad encaminhou indicação ao Gabinete da Prefeita (GAPRE), com cópia à Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (SISEP), solicitando operação tapa-buraco na Rua Domingos Jorge Velho, nº 1067, no bairro Vilas Boas, em Campo Grande.
A demanda partiu do morador Elizeu Justino, que relatou uma sequência de buracos ao longo da via, transformando o trajeto diário em um verdadeiro teste de paciência e risco. Segundo ele, o asfalto está deteriorado a ponto de exigir não apenas remendos emergenciais, mas uma avaliação técnica para possível recapeamento ou nivelamento, garantindo uniformidade e segurança.
É o retrato de um problema crônico: falta manutenção preventiva, sobra improviso. Quando a gestão falha no planejamento, quem paga a conta é o cidadão — com pneus estourados, suspensão danificada e insegurança no trânsito. E não se trata de luxo, mas de obrigação básica do Executivo municipal.
Marquinhos Trad foi direto ao ponto ao afirmar que a conservação adequada das vias é fundamental para preservar vidas, reduzir prejuízos aos condutores e assegurar mobilidade urbana digna nos bairros. Segurança no trânsito não é discurso; é responsabilidade administrativa.
O vereador reforçou que seu gabinete permanece aberto à população para receber solicitações e encaminhar providências junto aos órgãos competentes. Em tempos de discursos grandiosos e pouca ação concreta, atender às demandas reais da comunidade é o que diferencia mandato ativo de mandato figurativo.
Agora, a bola está com a Prefeitura. O morador já fez sua parte. O vereador cumpriu seu papel. Resta saber se a máquina pública responderá com eficiência ou continuará tratando o contribuinte como se tivesse de se contentar com o mínimo — mesmo pagando pelo máximo.

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