Ano eleitoral começa com ataques baixos e velhas práticas contra vereador de Campo Grande
Caso envolvendo vereador reacende alerta sobre denúncias sem prova no início do ano eleitoral
vereador Marquinhos Trad / Assessoria de Imprensa do Vereador Mal começou o ano eleitoral e o velho manual da política rasteira já voltou a circular. Em vez de propostas, ideias ou prestação de contas, surgem vídeos anônimos, áudios editados e acusações lançadas ao vento — tudo no atacado, tudo sem prova, tudo com objetivo claro: destruir reputações.
Desta vez, o alvo é o vereador Marquinhos Trad, que passou a ser atacado nas redes sociais por meio de vídeos e um áudio que sugerem, sem qualquer comprovação, um suposto caso de assédio sexual. O método é conhecido, antigo e eficaz para quem não tem coragem de disputar no campo das ideias: lança-se a suspeita, espalha-se o boato e espera-se que a lama faça o resto.
O Regional Notícia, ao averiguar o material que circula em grupos de WhatsApp e redes sociais, constatou um ponto crucial: não há, até o momento, qualquer decisão judicial, denúncia formal do Ministério Público ou prova material que sustente as acusações divulgadas.
Diante da gravidade do caso, o vereador agiu como manda o Estado de Direito: procurou a Polícia Civil e registrou boletim de ocorrência, justamente para que as autoridades apurem quem está por trás da produção e disseminação do conteúdo e se há crime de denunciação caluniosa, difamação ou uso político de falsas acusações.
Esse detalhe faz toda a diferença. Quem é inocente busca investigação. Quem teme a verdade, se esconde no anonimato.
É preciso dizer com todas as letras: campanha eleitoral não é tribunal de exceção, e rede social não substitui inquérito policial. O Brasil já pagou caro demais por linchamentos morais baseados em versões, recortes e áudios sem contexto. A presunção de inocência não é um favor — é um pilar civilizatório.
Não se trata de defender pessoas, partidos ou biografias. Trata-se de defender regras. Hoje é Marquinhos Trad. Amanhã pode ser qualquer outro — de direita, de esquerda ou de centro. Quando a política abandona o debate e abraça o assassinato de reputações, todos perdem.
Que a polícia investigue, que a verdade apareça e que, se houver culpados, sejam responsabilizados. Mas que a disputa eleitoral volte ao lugar correto: o das ideias, dos projetos e do confronto democrático — não o da lama.
“Independentemente de nomes ou partidos, é fundamental que acusações graves sejam tratadas com responsabilidade, investigação séria e respeito ao devido processo legal. A política brasileira precisa urgentemente abandonar a cultura do ataque pessoal e retomar o debate de ideias, propostas e resultados.”

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