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Campo Grande,25/09/2026

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Experiência empresarial e olhar para o interior conectam Carlos Bernardo à agenda de desenvolvimento de MS

Novos depoimentos sobre a trajetória do candidato ajudam a explicar propostas que unem Rota Bioceânica, industrialização, geração de empregos, agro e preparação dos jovens para as oportunidades que podem surgir no Estado


Experiência empresarial e olhar para o interior conectam Carlos Bernardo à agenda de desenvolvimento de MS

A Rota Bioceânica pode encurtar caminhos entre Mato Grosso do Sul e os mercados do Pacífico. Mas, para Carlos Bernardo, o desafio econômico começa antes de a carga chegar à estrada: passa pela capacidade de produzir, industrializar, formar trabalhadores e criar condições para que parte da riqueza movimentada pelo novo corredor permaneça no Estado.

É essa lógica que conecta algumas das principais propostas apresentadas pelo candidato a deputado federal. Carlos defende transformar a Rota Bioceânica em eixo de desenvolvimento, redução de custos logísticos da produção sul-mato-grossense e estímulo à industrialização no interior.

“Além da infraestrutura necessária ao corredor, é preciso incentivar indústrias no interior e fortalecer as agroindústrias regionais. Minha proposta é estimular o processamento da produção mais próximo de onde ela é produzida, ampliando a atividade econômica e a geração de empregos nos municípios", afirma Carlos Bernardo.

O morador de Ponta Porã, Carlos Armando, diz que esse é um dos pontos principais que precisam ser desenvolvidos por quem quer ocupar uma vaga na Câmara Federal. “Ele é um grande empreendedor, um cara que gera empregos e que dá para confiar no trabalho”, afirma.

A geração de emprego precisa ser o resultado esperado de uma política de desenvolvimento. E para que essa estratégia saia do papel, Carlos defende uma política de industrialização do interior, com agroindústrias, apoio à agricultura familiar, incentivo a pequenos e médios produtores e fortalecimento de cooperativas e associações produtivas.

Assim, a Rota deixa de ser tratada apenas como uma solução logística. Passando a ser utilizada como uma nova conexão comercial com a capacidade de estimular uma cadeia econômica mais ampla dentro do Estado.

Essa nova dinâmica econômica também exige trabalhadores preparados para ela. Por isso, o projeto apresentado por Carlos inclui expansão do ensino técnico, aproximação entre educação e as vocações econômicas de cada região e preparação para setores como logística, indústria, agro, tecnologia e turismo.

Esse aspecto aparece no depoimento de Márcia Villamayor, moradora de Ponta Porã e conhecida da família de Carlos há anos. Ao falar sobre o que espera da política, Márcia diz não querer apenas respostas imediatas. Sua preocupação está nas condições que serão oferecidas à próxima geração.

“Eu não preciso que alguém olhe para mim pensando em uma cesta básica. Quero alguém que olhe para minha filha, que é jovem, para meu filho, que tem o sonho de estudar, aprender espanhol, inglês e construir uma vida melhor”, afirma.

Essa ideia encontra correspondência em uma das propostas específicas do programa: transformar a faixa de fronteira em uma zona de desenvolvimento, articulando infraestrutura, conectividade, qualificação profissional e atração de investimentos.

É nesse espaço que a candidatura de Carlos pretende atuar: na legislação, na articulação institucional e na busca de mais recursos e políticas federais capazes de preparar Mato Grosso do Sul para a nova realidade logística.





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