Após invasão de escola, Marquinhos Trad cobra informações sobre segurança na Rede Municipal de Ensino
Após o episódio registrado na Escola Municipal Professor Vanderlei Rosa de Oliveira, no Jardim Novos Estados, o vereador Marquinhos Trad encaminhou o Ofício à Secretaria Municipal de Educação (Semed) para solicitar informações detalhadas sobre a atuação da Guarda Civil Metropolitana (GCM), o patrulhamento nas unidades da Rede Municipal de Ensino (Reme) e o funcionamento do aplicativo Proteja Mais Educação.
A ocorrência aconteceu na tarde de quarta-feira (4) e mobilizou equipes do Batalhão de Choque da Polícia Militar e da GCM. Segundo informações divulgadas pela imprensa, um pai de aluno entrou na unidade, aparentemente em situação de crise, se armou com arma branca e se trancou em uma sala. Ninguém ficou ferido.
Para Marquinhos, a atuação das forças de segurança no episódio foi importante, mas o caso também levanta uma discussão necessária sobre a estrutura de prevenção e resposta disponível nas escolas municipais.
“Não estamos aqui para questionar ou desmerecer o trabalho da nossa Guarda Civil Metropolitana. Pelo contrário. Sabemos da importância dos guardas e do papel que eles desempenham também na segurança escolar. O que precisamos saber é como esse trabalho está funcionando, na prática, em cada escola de Campo Grande”, afirmou.
No documento encaminhado, o vereador questiona quantas unidades da Reme contam com presença fixa de agentes da GCM, quais são atendidas por rondas preventivas e qual é a frequência desse patrulhamento. Também solicita informações sobre os critérios utilizados para distribuição do efetivo entre as escolas.
Outro ponto abordado é o aplicativo Proteja Mais Educação, integrante da plataforma Proteja+CG, apresentado pela Prefeitura como ferramenta para permitir que profissionais da rede municipal acionem a GCM em situações de emergência. Marquinhos quer saber quantas escolas possuem profissionais cadastrados e capacitados, se o sistema está em pleno funcionamento e se há treinamento periódico para diretores, professores e servidores.
O vereador também solicitou um relatório das ocorrências registradas nas unidades da Reme nos últimos 12 meses, incluindo casos de invasão, vandalismo, ameaças e violência, além dos meios utilizados para acionar as equipes de segurança e os respectivos tempos de resposta.
Especificamente sobre o episódio em questão, Marquinhos questiona se havia agentes da GCM em escala fixa na unidade, se existia patrulhamento preventivo na região, se o aplicativo estava disponível e operacional e de que forma a direção acionou as equipes de segurança. Também solicita informações sobre o tempo entre o acionamento e a chegada dos agentes.
“O que estamos fazendo é fiscalização. Não estamos afirmando que o serviço não existe ou que a Guarda deixou de cumprir seu papel. Estamos buscando transparência para saber se a estrutura existente é suficiente, se está sendo utilizada e se atende às necessidades das nossas escolas. Segurança escolar não pode existir apenas no papel ou no anúncio de um aplicativo. Ela precisa funcionar na prática, todos os dias”, destacou Marquinhos.
Segundo o parlamentar, o objetivo é contribuir para o aprimoramento das políticas de segurança escolar e garantir que alunos, familiares, professores e demais servidores tenham um ambiente protegido.
A ocorrência aconteceu na tarde de quarta-feira (4) e mobilizou equipes do Batalhão de Choque da Polícia Militar e da GCM. Segundo informações divulgadas pela imprensa, um pai de aluno entrou na unidade, aparentemente em situação de crise, se armou com arma branca e se trancou em uma sala. Ninguém ficou ferido.
Para Marquinhos, a atuação das forças de segurança no episódio foi importante, mas o caso também levanta uma discussão necessária sobre a estrutura de prevenção e resposta disponível nas escolas municipais.
“Não estamos aqui para questionar ou desmerecer o trabalho da nossa Guarda Civil Metropolitana. Pelo contrário. Sabemos da importância dos guardas e do papel que eles desempenham também na segurança escolar. O que precisamos saber é como esse trabalho está funcionando, na prática, em cada escola de Campo Grande”, afirmou.
No documento encaminhado, o vereador questiona quantas unidades da Reme contam com presença fixa de agentes da GCM, quais são atendidas por rondas preventivas e qual é a frequência desse patrulhamento. Também solicita informações sobre os critérios utilizados para distribuição do efetivo entre as escolas.
Outro ponto abordado é o aplicativo Proteja Mais Educação, integrante da plataforma Proteja+CG, apresentado pela Prefeitura como ferramenta para permitir que profissionais da rede municipal acionem a GCM em situações de emergência. Marquinhos quer saber quantas escolas possuem profissionais cadastrados e capacitados, se o sistema está em pleno funcionamento e se há treinamento periódico para diretores, professores e servidores.
O vereador também solicitou um relatório das ocorrências registradas nas unidades da Reme nos últimos 12 meses, incluindo casos de invasão, vandalismo, ameaças e violência, além dos meios utilizados para acionar as equipes de segurança e os respectivos tempos de resposta.
Especificamente sobre o episódio em questão, Marquinhos questiona se havia agentes da GCM em escala fixa na unidade, se existia patrulhamento preventivo na região, se o aplicativo estava disponível e operacional e de que forma a direção acionou as equipes de segurança. Também solicita informações sobre o tempo entre o acionamento e a chegada dos agentes.
“O que estamos fazendo é fiscalização. Não estamos afirmando que o serviço não existe ou que a Guarda deixou de cumprir seu papel. Estamos buscando transparência para saber se a estrutura existente é suficiente, se está sendo utilizada e se atende às necessidades das nossas escolas. Segurança escolar não pode existir apenas no papel ou no anúncio de um aplicativo. Ela precisa funcionar na prática, todos os dias”, destacou Marquinhos.
Segundo o parlamentar, o objetivo é contribuir para o aprimoramento das políticas de segurança escolar e garantir que alunos, familiares, professores e demais servidores tenham um ambiente protegido.
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*Com Informações Assessoria de Imprensa do Vereador.
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