Marcos Pollon cobra reforço na segurança das fronteiras e defende mais autonomia para os estados
Assessoria de Imprensa O fortalecimento da segurança pública em Mato Grosso do Sul passa pelo enfrentamento ao tráfico de drogas, ao comércio ilegal de armas e aos demais crimes transfronteiriços. Essa é uma das principais bandeiras do deputado federal Marcos Pollon (PL-MS), que defende mais investimentos para os estados que fazem fronteira com outros países, além de maior integração entre as forças policiais e respeito à autonomia das unidades da Federação.
Para o parlamentar, estados fronteiriços enfrentam desafios específicos e precisam receber recursos compatíveis com a complexidade das operações de fiscalização e repressão ao crime organizado. Pollon argumenta que os impactos dessas atividades criminosas não se restringem às regiões de fronteira, mas atingem a segurança pública de todo o país.
“Nada mais justo do que os estados que não têm linha de fronteira contribuírem com o combate ao crime dos estados que são linha de fronteira”, afirma.
Nesse contexto, o deputado federal Marcos Pollon é autor do Projeto de Lei 3.517/2023, relacionado ao fortalecimento da segurança nas fronteiras. A proposta busca ampliar a articulação das ações de enfrentamento aos crimes transfronteiriços e reforçar a atuação dos órgãos responsáveis pela fiscalização e repressão dessas atividades.
Na avaliação de Pollon, o combate ao crime organizado exige estrutura, planejamento e investimentos permanentes. Para ele, os estados que convivem diretamente com a entrada e a circulação de produtos ilegais não podem assumir isoladamente os custos de um problema que afeta a população brasileira de maneira ampla.
Além da necessidade de investimentos, Marcos Pollon defende que as decisões sobre segurança pública considerem as particularidades de cada estado. O parlamentar se posiciona contra o que considera uma concentração excessiva de poder no governo federal e alerta para os riscos de interferências políticas na atuação das forças estaduais.
“As realidades de cada estado são muito peculiares”, argumenta.
O deputado critica propostas que, em sua avaliação, podem ampliar o poder de comando federal sobre as instituições estaduais de segurança. Para Pollon, a coordenação nacional deve contribuir para o enfrentamento à criminalidade sem desconsiderar a autonomia dos estados e as características regionais.
O parlamentar também questiona a atuação da Força Nacional em conflitos fundiários em Mato Grosso do Sul e defende mudanças no modelo de funcionamento da estrutura. Na avaliação dele, a atuação das forças de segurança deve estar pautada pelo cumprimento da lei, sem favorecimento de grupos ou interesses políticos.
A defesa da autonomia institucional, segundo Pollon, está diretamente relacionada à capacidade de oferecer respostas efetivas à criminalidade, preservar a atuação das forças policiais e garantir que as medidas de segurança atendam às necessidades da população.

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