CNJ coloca juiz de Chapadão do Sul no centro de investigação e caso da Fazenda Barrinha ganha novos capítulos
Uma decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) acendeu um novo alerta sobre um processo envolvendo a Fazenda Barrinha, em Paraíso das Águas. O órgão determinou que a Corregedoria-Geral do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS) investigue denúncias de que um magistrado teria visitado a propriedade antes mesmo do ajuizamento da ação que posteriormente seria julgada por ele.
As alegações incluem suposta visita prévia ao imóvel e relatos de que trabalhadores rurais teriam sido orientados a não comentar sobre a presença dos visitantes. O CNJ, no entanto, não concluiu pela existência de qualquer irregularidade: a decisão apenas determina a apuração dos fatos, preservando integralmente os direitos à presunção de inocência, ao contraditório e à ampla defesa.
O caso promete movimentar os bastidores do Judiciário sul-mato-grossense nos próximos meses. A Corregedoria do TJMS terá prazo para realizar as diligências e encaminhar suas conclusões ao CNJ, enquanto a investigação segue acompanhada de perto pela sociedade devido à relevância das acusações e ao impacto institucional que o desfecho poderá provocar.




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