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Campo Grande,15/04/2026

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Inclusão de verdade: Leinha enfrenta burocracia e propõe merenda digna para alunos esquecidos pelo sistema

Projeto do vereador escancara falhas antigas da rede pública e cobra ação efetiva para garantir alimentação adequada a estudantes com necessidades especiais


Inclusão de verdade: Leinha enfrenta burocracia e propõe merenda digna para alunos esquecidos pelo sistema Vereador Leinha (Avante) / Foto: Assessoria de Impresa

Há momentos na vida pública em que não basta discurso bonito nem estatística maquiada — é preciso atitude. E é exatamente isso que o vereador Leinha demonstra ao apresentar um projeto que toca num dos pontos mais sensíveis e, ao mesmo tempo, mais negligenciados da educação pública: a alimentação escolar de crianças com necessidades específicas.

Enquanto parte da máquina pública ainda patina entre protocolos, carimbos e promessas, a realidade é dura: famílias sendo obrigadas a mandar comida de casa porque o Estado não consegue cumprir o básico. Sim, o básico. Alimentar adequadamente uma criança dentro da escola.

O Programa de Apoio à Alimentação Escolar Inclusiva (PAAI), proposto por Leinha, não é apenas mais um projeto de lei — é um recado claro contra a omissão. Ele prevê aquilo que já deveria ser rotina: merenda adaptada para alunos com condições como Transtorno do Espectro Autista (TEA), diabetes, intolerância à lactose, doença celíaca, anemia e disfagia. Ou seja, respeito à individualidade e à dignidade de cada estudante.

E aqui cabe uma reflexão incômoda: quantos anos foram necessários para que alguém colocasse isso de forma estruturada na mesa? Quantas crianças ficaram para trás enquanto o poder público fingia que a legislação existente era suficiente?

Leinha acerta ao estabelecer critérios objetivos — solicitação dos responsáveis com laudo médico — e ao integrar as secretarias de Educação e Saúde. Isso não é detalhe técnico, é gestão responsável. É sair do improviso e entrar no planejamento.

Outro ponto que merece destaque é a exigência de cardápios elaborados por nutricionistas e o acompanhamento individual dos alunos. Isso eleva o nível da política pública e tira a discussão do campo ideológico para colocá-la onde deve estar: na eficiência e no resultado.

E mais: ao colocar o Conselho Municipal de Alimentação Escolar como fiscalizador, o projeto cria um mecanismo de controle que impede que a proposta vire apenas mais uma lei esquecida na gaveta — prática, infelizmente, comum no Brasil.

O que Leinha faz aqui é algo raro: organiza o caos. Reúne legislações dispersas, corrige falhas de execução e transforma direito em prática concreta. E isso incomoda — porque expõe a ineficiência de quem teve a chance de fazer antes e não fez.

No fim das contas, estamos falando de algo simples, mas fundamental: nenhuma criança pode aprender com fome ou com uma alimentação que prejudica sua saúde. Garantir isso não é favor, não é pauta ideológica, não é bandeira política — é obrigação.










E quando alguém resolve cumprir essa obrigação, merece reconhecimento. Porque, no Brasil de tantas promessas vazias, quem entrega o básico com seriedade já está um passo à frente.

*Com Informações Assessoria de Imprensa.




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