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Campo Grande,15/04/2026

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Câmara de Campo Grande se projeta ao mundo e reforça protagonismo feminino sob liderança firme de Papy

Parceria com empresária Juliana Aranda leva debate internacional à Casa de Leis e mostra que gestão municipal pode, sim, estar alinhada às grandes pautas globais sem perder o foco na realidade local


Câmara de Campo Grande se projeta ao mundo e reforça protagonismo feminino sob liderança firme de Papy O presidente da Câmara Municipal de Campo Grande, vereador Epaminondas Vicente Neto, o Papy, recebeu a empresária Juliana Aranda nesta terça-feira (7) para tratar dos preparativos da Conferência da Organização das Nações Unidas (ONU)

Em tempos em que muitos ainda insistem em diminuir o papel do legislativo municipal, a Câmara de Campo Grande dá um recado claro: quando há liderança, visão e compromisso, o poder local pode dialogar de igual para igual com as grandes agendas internacionais.

Sob a condução do presidente Papy, a Casa de Leis se prepara para sediar, no próximo dia 28 de abril, uma conferência ligada à Organização das Nações Unidas (ONU), colocando a capital sul-mato-grossense no radar de discussões que ultrapassam fronteiras e ideologias rasas.

Mais do que um evento protocolar, o encontro carrega um simbolismo forte: sustentabilidade com responsabilidade e protagonismo feminino com ação — duas pautas que, quando tratadas com seriedade, deixam de ser discurso vazio e passam a ser ferramentas concretas de transformação.

E é justamente aí que entra a atuação da empresária Juliana Aranda. Longe do ativismo de palco e das narrativas estéreis, ela traz uma visão prática, baseada na realidade de quem empreende, gera empregos e entende que desenvolvimento social não nasce de retórica, mas de iniciativa. Ao assumir papel central na conferência, inclusive mediando debates estratégicos, Juliana reforça uma verdade muitas vezes ignorada: o protagonismo feminino não se impõe por decreto — ele se constrói com atitude, cooperação e responsabilidade.

Enquanto isso, Papy demonstra maturidade política ao abrir as portas da Câmara para um debate de alto nível, sem cair na armadilha da ideologização barata. Ao destacar a importância do protagonismo feminino como ferramenta real no combate à violência contra a mulher, ele toca em um ponto sensível — e urgente — da sociedade sul-mato-grossense, que exige respostas concretas, não apenas discursos emocionados.

O que se vê, portanto, é uma rara convergência entre gestão pública eficiente e iniciativa privada engajada — algo que deveria ser regra, mas ainda é exceção no Brasil.

A realização da conferência evidencia que Campo Grande pode, sim, ocupar espaço relevante nas discussões globais, desde que tenha lideranças dispostas a agir com responsabilidade, firmeza e visão de futuro. E, nesse cenário, tanto Papy quanto Juliana Aranda surgem como exemplos de que é possível fazer política e gestão com propósito — sem populismo, sem improviso e, sobretudo, sem submissão a agendas que ignoram a realidade local.

No fim das contas, o recado é simples: quando há comando, coragem e compromisso, até uma Câmara Municipal pode se transformar em palco de debates internacionais — e, mais importante, em agente real de mudança.

*Com infomações Assessoria de Imprensa.




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