O Maior Ciclo de Investimentos da Educação de Campo Grande: Uma Revolução Estruturada, Planejada e Real
Comando firme de Lucas Henrique Bitencourt transforma a SEMED com obras históricas, expansão inédita e avanços que colocam Campo Grande no rumo certo da educação pública
Secretario da Semed Prof Lucas Henrique Bitencourt e a Prefeita de Campo Grande Adriane Lopes (PP) Há momentos na gestão pública que não admitem interpretação ideológica: ou existe entrega real, ou existe discurso vazio. E, goste ou não, os últimos anos da Secretaria Municipal de Educação de Campo Grande representam justamente o tipo de transformação concreta que desmonta narrativas e coloca a capital na contramão do colapso educacional visto em tantas outras cidades do país.
Esses avanços não acontecem por acaso. São fruto direto da gestão Adriane Lopes, que estabeleceu educação como prioridade absoluta de governo, garantindo condições políticas, orçamentárias e administrativas para que a rede passasse por uma reestruturação sem precedentes. E, no comando técnico dessa virada, está o professor Lucas Henrique Bitencourt — atual gestão que se tornou sinônimo de eficiência, seriedade e modernização. Sob essa dupla liderança, a REME deixou de ser um sistema remendado e passou a operar como uma rede em pleno processo de reconstrução — estrutural, pedagógica e administrativa.
O comparativo é inevitável. Por décadas, a educação municipal viveu de improvisos, obras paradas, escolas deterioradas e promessas que só saíam do papel em épocas eleitorais. Hoje, a realidade é outra, porque a gestão Adriane Lopes tirou o foco do discurso e colocou o foco em resultados, dando respaldo institucional para que o trabalho técnico da SEMED avançasse com velocidade e precisão.
O MAIOR CICLO DE OBRAS DA HISTÓRIA DA REME
O Programa Juntos Pela Escola é um divisor de águas. Revitalizar 205 unidades escolares simultaneamente, com investimento de R$ 51,5 milhões, não é “rotina administrativa”. É ruptura. É coragem. É a combinação rara de gestão técnica com capacidade de execução — algo que Campo Grande não via há muito tempo.
A construção de 166 novas salas de aula modulares, todas climatizadas e equipadas, gerou 6.600 novas vagas, aliviando regiões historicamente lotadas, como o Anhanduizinho, Lagoa e Imbirussu.
E o que dizer das EMEIs? Obras paradas há mais de uma década foram retomadas e finalmente caminham para conclusão. Novas unidades, como as EMEIs Jardim Inápolis e São Conrado, abriram mais de 500 vagas só na Educação Infantil. Ou seja: planejamento real, não promessas ao vento.
RETOMADA DE ESCOLAS HISTÓRICAS
Enquanto outros municípios fecham salas por falta de estrutura, Campo Grande faz o oposto: retoma escolas estratégicas abandonadas desde 2014, como a Vila Nathália e a Parati, que juntas terão capacidade para mais de 1.500 alunos.

É o tipo de obra que muda a vida de bairros inteiros — e que só avança quando existe comando e prioridade.
VALORIZAÇÃO DOS SERVIDORES: RESULTADO, NÃO RETÓRICA
Reajuste de 6,27%, mantendo o salário 71% acima do piso nacional.
Nomeação de 1.300 professores.
Eleição direta de diretores, consolidando a gestão democrática.
Trata-se de uma política de valorização pautada por mérito, carreira e resultados — e não por slogans.
INFRAESTRUTURA QUE FAZ DIFERENÇA NA VIDA DO ALUNO
Em dois anos, a SEMED entregou:
- 35.065 itens de mobiliário
- 21 novos veículos após 16 anos sem renovação
- 192.826 refeições diárias
- 112 mil alunos atendidos com uniformes e kits
- Parques infantis em todas as 206 escolas, mais de 50 mil peças
A modernização da REME não ficou restrita a reformas físicas e novos equipamentos. Um dos avanços mais estratégicos — e que a oposição evita comentar — é a implantação de energia fotovoltaica em todas as unidades escolares. Trata-se de um passo decisivo rumo à autonomia energética, sustentabilidade e responsabilidade fiscal.

E aqui está o ponto central: mesmo com todas as salas climatizadas, a conta não aumenta. Pelo contrário, há redução de despesa. Enquanto muitos previam que colocar ar-condicionado em toda a rede criaria um problema orçamentário, a gestão respondeu com solução técnica: energia limpa, eficiente e permanente.
Com isso, Campo Grande se torna uma das poucas capitais do país com uma rede inteira de ensino público climatizada sem ampliar gastos com energia elétrica. Uma prova prática — e incontestável — de que planejamento inteligente vence discurso alarmista.
PROJETOS PEDAGÓGICOS QUE ROMPEM O CICLO DE BAIXO DESEMPENHO
O Simulado REME e o Simula SAEB foram implantados com foco claro: elevar o IDEB.
O Aprender Mais cresceu, atendendo mais de 9 mil alunos em 2025.
O Esporte, Arte e Cultura contempla 30 mil estudantes em atividades de formação integral que vão do jiu-jitsu ao balé, do audiovisual ao coral.
É a educação como deve ser: completa, estruturada, planejada.
INCLUSÃO FEITA COM RESPONSABILIDADE, NÃO COMO BANDEIRA IDEOLÓGICA
A Educação Especial evoluiu para um modelo que realmente funciona.
São 5.780 alunos com deficiência atendidos, com equipes especializadas, salas multifuncionais, intérpretes de Libras, psicopedagogia e serviços de apoio que dão dignidade ao atendimento.
A EJA foi reorganizada e ampliada.
A Educação do Campo recebeu planejamento futuro.
Tudo isso sem fazer barulho, sem transformar inclusão em palanque — apenas entregando.
SEGURANÇA ESCOLAR: A RESPOSTA QUE OS PAIS ESPERAVAM
O Educação+Segura implantou o botão de pânico integrado à Guarda Civil, com resposta em até três minutos.
É o tipo de medida que a população cobra há anos, mas que só virou realidade com gestão técnica e ação coordenada.
A EDUCAÇÃO DE CAMPO GRANDE, ENFIM, ENTRA NO EIXO
Quando se olha o conjunto — obras retomadas, salas novas, modernização pedagógica, valorização profissional, segurança e inclusão — fica claro: Campo Grande vive o maior ciclo de avanços educacionais de sua história recente.
E isso não é sorte.
Não é discurso.
Não é coincidência.
É resultado direto de planejamento, prioridade e comando firme — atributos que o secretário Lucas Henrique Bitencourt vem impondo com uma clareza que até os críticos silenciam quando confrontados com os números.
A educação de Campo Grande está no caminho certo.
Não por acaso.
Mas porque, finalmente, está sendo conduzida como deve ser: com rigor, eficiência e responsabilidade.
*com Informações



COMENTÁRIOS